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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Seleção feminina de vôlei sentado arrasa Grã Bretanha e termina em 5º


Foto: CPB
A seleção brasileira feminina de vôlei sentado encerrou sua participação nas paralimpíadas de Londres com uma vitória incontestável sobre as donas da casa. O último jogo do Brasil, que ficou com o 5º lugar do vôlei sentado feminino terminou em 3 sets a 0 para as brasileiras, em parciais de  25/19, 25/10 e 25/7.

A maior pontuadora do jogo foi Juliana Cunha, marcando 17 pontos. A partida durou pouco mais de uma hora e não deu trabalho à seleção brasileira.

- Ficamos um pouquinho tensas no início, porque a torcida não parava um minuto, mas, aos poucos, nos soltamos e conseguimos repetir o que sempre fazemos nos treinos – disse Juliana.

domingo, 2 de setembro de 2012

Brasil vacila mas consegue primeira vitória no vôlei sentado feminino



A seleção brasileira feminina de vôlei sentado venceu sua primeira partida nas paralimpíadas de Londres. A vitória, em cima da Eslovênia, foi tensa para o Brasil, que fechou a partida em 3 sets a 2 com parciais de 25/17, 30/28, 19/25,21/25 e 15/7. Agora encara a seleção dos Estados Unidos, às 15h desta segunda-feira.

O Brasil começou bem a partida e venceu os dois primeiros sets, porem, a seleção eslovena se recuperou e venceu os sets seguintes, levando a partida para o tie break. Janaína Cunha fez um ótimo jogo e com 26 pontos, ajudou o Brasil a chegar à sua primeira vitória.

sábado, 11 de agosto de 2012

Brasil vence Estados Unidos em ótima partida e garante o bicampeonato olímpico



Derrotas. Ouro. Desconfiança. Ouro. Críticas. Ouro.

Reação. Ouro. Superação. Ouro. Emoção. Ouro.

É ouro! É Brasil!


A seleção feminina de vôlei do Brasil conquistou na tarde deste sábado o bicampeonato Olímpico ao vencer a seleção dos Estados Unidos por 3 sets a 1.


- Eu acho que a gente criou uma história muito bonita aqui em Londres. Acho que nem o Woody Allen conseguiria fazer um filme com um final desse, com tanta competência - disse a líbero Fabi, uma das mais emocionadas do grupo.

Após um começo de Olimpíadas muito abaixo do esperado, o Brasil teve que contar com a ajuda das adversarias da final para passar de fase. Uma vitória contra Turquia e duas derrotas seguidas Estados Unidos e Coreia do Sul, colocaram o Brasil em uma situação delicada. Restavam apenas dois jogos: China e Sérvia.


- Eu queria agradecer a torcida brasileira por acreditar no vôlei feminino – disse Jaqueline.

As vitórias nos últimos dois jogos vieram, porém, o Brasil ainda assim precisou da ajuda dos Estados Unidos. Caso os EUA não ganhasse sua partida contra a Turquia, a seleção brasileira seria eliminada na primeira fase. Felizmente, contamos com a ajuda americana e avançamos de fase.

Nas quartas de final, Brasil e Rússia marcaram história, fazendo um dos jogos maisemocionantes de todos os jogos olímpicos já vistos. 3 sets a 2 para o Brasil em quase três horas de jogo. Incrível! Já na fase semifinal, a seleção comandada por Zé Roberto Guimarães venceu com menos dificuldade o Japão e conquistou assim a vaga na grande final.

Os Estados Unidos, por sua vez, estavam invictos e haviam perdido apenas dois sets na competição e chegaram com o status de favorita para o jogo contra a seleção brasileira.

A reedição da final Olímpica de Pequim 2008 começou com um set arrasador dos Estados Unidos. O Brasil não conseguia atacar, bloquear e nem parar as jogadoras adversarias que, com extrema facilidade fecharam o primeiro set em humilhantes 25 a 11.

- Taticamente no primeiro set os Estados Unidos passaram por cima da gente, não tomou conhecimento", disse o José Roberto Guimarães.

Porém, o jogo foi outro a partir do segundo set. A seleção brasileira conseguiu parar Logan Tom e Hoocker, principais jogadoras americanas. Além de realizar defesas incríveis com Fabi, Sheila e Jaqueline. O ataque conseguia virar as bolas e o Brasil ganhou o segundo set por 25 a 17.

O terceiro set da partida foi semelhante ao segundo. Domínio total da seleção brasileira. Jaqueline, o destaque do Brasil nesta final, virava todas as bolas que a levantadora Dani Lins passava. Fernanda Garay, estreante em olimpíadas, fez uma ótima partida e marcava ponto atrás de ponto. Ninguém parava Sheila, Jaque e Garay e com isso, o Brasil virou a partida com 25 a 20 no placar.


Com a virada do Brasil, a seleção dos Estados Unidos sentiu uma pressão que não havia sentido nesses jogos olímpicos. Elas precisavam vencer de qualquer maneira, para continuarem vivas na busca pelo ouro. Ouro o qual a seleção feminina de vôlei dos Estados Unidos nunca conquistou.


Com toda a tensão de uma final Olímpica, Brasil e Estados Unidos fizeram um começo de quarto set muito disputado. Na primeira parada técnica, 8 a 6 para o Brasil. Felizmente para a torcida brasileira e infelizmente para a torcida americana, a superioridade dos outros sets foi novamente vista. Voando em quadra, o Brasil abriu grande vantagem e na segunda parada técnica o placar marcava Brasil 16 x 10 EUA.

Com 24 a 21 no placar, a torcida já comemorava a vitória.
Aos gritos de “o campeão voltou” o Brasil recebeu o último saque. Aos gritos de “o campeão voltou”, Dani Lins levantou a última bola. Aos gritos de “o campeão voltou”, Fernanda Garay atacou. Aos gritos de “o campeão voltou”, o campeão voltou!

Após o final do jogo, todas as jogadoras comemoraram pulando, gritando e, é claro, chorando.

Nas entrevistas após a partida, Dani Lins, uma das mais animadas do time brincou e disse:- Esse não foi um jogo fácil. Jogo fácil foi contra a Rússia.


Thaisa, muito emocionada também fez brincadeiras:
- Hoje eu fui mais marcada que Jesus Cristo.

Sheila, uma das principais jogadoras do Brasil em toda a Olimpíada, criticou quem duvidou da seleção brasileira:

- O mundo inteiro te assistindo e você é campeã. Não tem o que falar. Muitos duvidaram. E calamos a boca de muitos!


Festa, choro, emoção, comoção. Quando o hino nacional tocou, o choro tomou conta das jogadoras no pódio.



As derrotas ficaram no passado.

É ouro! É Brasil!

























Fotos: Terra

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Brasil vence Japão com tranquilidade e encara EUA na final do vôlei feminino



Drama. Tristeza. Força. Superação. Final. Brasil!

O vôlei feminino do Brasil foi do inferno ao céu nas Olimpíadas de Londres 2012. Se classificou para as quartas de final em ultimo lugar do grupo, fez uma partida história contra a Rússia nas quartas de final e na semi, teve vida tranquila contra o Japão. Aliás, para passar de fase, o Brasil teve que contar com a ajuda dos Estados Unidos, que tinha que ganhar o jogo contra a Turquia. Estados Unidos, justamente o rival do Brasil na final das Olimpíadas de 2008. Estados Unidos, justamente o rival do Brasil na final das Olimpíadas de 2012.

O jogo entre Brasil e Japão pode ser definido em ataque contra defesa.

Tendo um dos melhores sistemas defensivos do mundo, a seleção japonesa deu trabalho para as brasileiras. No inicio da partida, estava difícil fazer com que a bola caísse na quadra adversaria. Os maiores trunfos do Brasil eram as bolas rápidas, principalmente com Thaisa, os ataques poderosos de Sheila e o bloqueio, que funcionou muito bem durante o jogo.


O primeiro set, o mais disputado, teve um placar apertado. As seleções se revezavam na liderança, mas o Brasil conseguiu abrir 4 pontos de vantagem após a segunda parada técnica, com um bloqueio de Sheila após um ótimo rali. Em ataque de Fabiana, o Brasil fechou o primeiro set em 25 a 18.


O Japão não ofereceu resistência para o Brasil no segundo set. A seleção brasileira abriu 4 pontos de vantagem logo no inicio com 6 a 2 e depois apenas controlou o jogo. Com o bloqueio bem encaixado, o Brasil ganhou o segundo set por 25 a 15.

O terceiro e ultimo set do jogo teve novamente o domínio absoluto do Brasil. Ao som de “O campeão voltou”, a seleção brasileira fez o que quis com o Japão e finalizou o jogo em 25 a 18.

A grande final será realizada neste sábado, as 14h30 (Brasília).

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Brasil bate Rússia em jogo histórico, emocionante e eletrizante



Vôlei. Um esporte que por muitos é criticado, por muitos é desvalorizado. Vôlei. Vôlei feminino, seleção criticada, tensa. Campeã olímpica em 2008, ultima classificada do grupo em 2012. Vôlei. Um esporte que é considerado sem emoção. Vôlei feminino.  Brasil x Rússia. Um dos jogos mais emocionantes da história das Olimpíadas.

- Foi uma das mais lindas vitórias que o nosso time já teve. Não há coração que aguente. Era um jogo muito importante para a gente, tirar o estigma que muita gente diz que o Brasil não ganha da Rússia. Hoje saímos de várias situações difíceis, estávamos perdendo o quarto set, viramos, teve erro do juiz no quinto, depois elas encostaram e corremos atrás. O time se doou muito, treinou muito. Elas estão com muita personalidade. Jogamos mal algumas vezes na fase de classificação. Mas passou. Só tenho a agradecer pelo momento que estamos vivendo – disse o técnico Zé Roberto Guimarães.

Antes do início das Olimpíadas, Brasil e Rússia eram consideradas as seleções favoritas. Atuais campeãs olímpica e mundial, respectivamente, o duelo entre brasileiras e russas era colocado como uma possível final. Porém, com uma primeira fase muito abaixo do que se esperava, a seleção brasileira se classificou em ultimo em seu grupo. A Rússia, comprovando seu favoritismo, não teve dificuldades na primeira fase.

Assim se encaminhou o duelo nas quartas de final das Olimpíadas de Londres. Um duelo que começou por volta das 11h50 e acabou as 14h30 desta terça-feira.

O jogo começou e terminou da mesma forma: disputado. Ponto a ponto, as seleções se revezavam na liderança do placar. Placar este que não teve uma diferença maior que 2 pontos no primeiro set. No final da primeira etapa da partida, a Rússia tinha a vantagem em 21 a 19. O Brasil se recuperou de um set point e teve a chance de virar o jogo, mas em uma falha no bloqueio e um ataque para fora, Sheila perdeu 2 pontos. Com isso, Brasil 24 x 26 Rússia.

Para a alegria da torcida brasileira, as meninas do técnico Zé Roberto eram outras neste segundo set. Outras em espirito. No primeiro set da partida, a motivação e vontade de vencer já eram claras, comparadas com outros jogos da seleção nas Olimpíadas. Na base da vontade, raça e, é claro, muita técnica, o Brasil não deu chances para a Rússia e venceu por 25 a 22.

A seleção brasileira começou o terceiro set de forma arrasadora. Comemorando muito, as jogadoras do Brasil foram para a primeira parada técnica com 8 a 6 no placar. Zé Roberto, precavido, pediu paciência e calma as jogadoras, mas a empolgação continuou. E a fria Rússia foi melhor. Virando o jogo para 16 a 13 e controlando a partida até o final do set: Brasil 19 x 25 Rússia.

Diferentemente do início do set anterior, a Rússia começou o quarto set muito bem. Abriu 6 a 2 no placar e as semifinais pareciam distantes para o Brasil.

Porém, com uma recuperação rápida e preciosa, o Brasil virou a partida para 9 a 8. Com o controle do set em mãos, a seleção brasileira fechou em 25 a 22. A partida seria decidida no tie break.

O tie break em uma partida de vôlei, é disputado até os 15 pontos, se um dos dois times abrir dois pontos de diferença em relação ao outro. Brasil e Rússia jogaram até o ponto 21 do tie break.


A seleção brasileira, focada, abriu vantagem e se manteve a frente do placar por grande parte do tempo. O Brasil conseguiu abrir 10 a 7, o que em um tie break é uma vantagem considerável. Quando a Rússia fez o 8º ponto e sacou para o Brasil, o juiz principal e o assistente de linha cometeram um erro gravíssimo. Fernanda Garay fez o ataque e a bola pingou na quadra adversária por mais de meio metro. A arbitragem, porém, marcou bola fora. O que afetou a equipe brasileira.

- Ali no erro do árbitro, falamos: calma, passou, vamos virar agora nosso ataque. A gente fica brava com o juiz, mas erros acontecem - disse a capitã Fabiana.

A partir daquele momento, cada ponto valia muito mais que um simples ponto. Valia uma mão na vaga da semifinal. De 10 a 7 a favor  do Brasil, para 13x12 a favor da Rússia.

Por pouco, muito pouco, a Rússia não derrotou o Brasil. As russas tiveram seis match points. Seis chances de derrotar a seleção brasileira. Seis chances para derrubar um gigante, que, sentiu o golpe, mas soube se recuperar.
Os torcedores brasileiros estavam aflitos no ginásio. E viram uma jogadora que até então estava mal no jogo, brilhar. Brilhar como nunca.


Com a estrela de Sheila brilhando, o Brasil recuperou os seis match points. Com um saque de Fernanda Garay, a seleção brasileira igualou 19 a 19 no placar. Outro belo saque de Garay e a bola voltou de graça para o Brasil.

Os momentos passaram devagar. Recepção perfeita de Fernanda Garay... Levantamento de Dani Lins... E ataque de Fabiana... no meio da quadra russa. Era a vitória brasileira, virada brasileira, explosão brasileira.

A torcida, jogadoras e comissão técnica não seguraram a emoção. Thaisa e Fabiana, além de outras jogadoras choraram em quadra. Zé Roberto deu um peixinho no chão. E o resto do elenco pulava e comemorava muito.


Assim foi a batalha de Londres. A primeira nas fases eliminatórias das Olimpíadas. Na semifinal, o Brasil enfrenta a seleção do Japão. O jogo acontece nesta quinta-feira.




Fotos: Site Terra

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Seleção feminina vence e continua com chances de classificação


Foto: Terra
 O Brasil ainda respira no vôlei feminino. Após duas derrotas seguidas, a situação da seleção havia ficado complicada. Restariam dois jogos (China e Sérvia) e, para seguir nas olimpíadas, vencer os jogos era obrigatório. Vencer a China seria a missão mais complicada, caso o Brasil perdesse, não conseguiria pontos para passar de fase.

Foto: Terra

E as meninas conseguiram. Vitória emocionante sobre a China, por 3 sets a 2, nesta manha de sexta feira.

O jogo começou muito bom para a seleção brasileira. A apresentação no primeiro set da partida foi a melhor nestas Olimpíadas. O resultado mostra a superioridade do Brasil: 25 a 16.

Porém, a partir do segundo set, a seleção brasileira começou a encontrar dificuldades. A China acertou os erros do primeiro set e fecharam em 25 a 20. O terceiro set foi novamente dominado pela seleção brasileira e o set terminou com 25 a 18 para o Brasil.

Foto: Terra

O quarto set do jogo foi eletrizante. Ponto a ponto, as seleções foram se encaminhando para o final do set. Até que o Brasil abriu 24 a 21 no placar, e tinha 5 match  points em mãos. Porém, o nervosismo tomou conta da seleção brasileira, e as jogadoras permitiram a virada da China. No final do set: Brasil 28 x 30 China.

A partida encaminhou-se então para o Tie Break. Era a ultima chance do Brasil se manter nas Olimpíadas. E as nossas jogadoras voltaram a jogar como campeãs olímpicas. Venceram o tie break por 15 a 11 e vão para a próxima rodada, contra a Sérvia, com poucas, mas com chances de classificação.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Vôlei feminino joga mal, perde para Coreia do Sul e se complica


A seleção brasileira feminina teve uma atuação irreconhecível em quadra nesta quarta-feira e viu sua situação ficar complicada no vôlei das Olimpíadas. Jogando muito abaixo do esperado, o Brasil perdeu da Coreia do Sul por 3 sets a 0 (25/23, 25/21 e 25/21). No final da partida, as jogadoras se reuniram em quadra e procuravam uma resposta e também confiança para as próximas rodadas.

- Não sei explicar o que aconteceu. Eu estou acabada - disse Jaqueline, tentando segurar as lágrimas.

Com essa derrota, a segunda na competição, o Brasil soma dois pontos e ocupa a quinta posição do Grupo B, à frente apenas da lanterna Sérvia, que ainda não pontuou. Os Estados Unidos lideram com nove pontos, seguidos por China e Coreia do Sul, na segunda posição, com seis pontos. A Turquia segue na quarta colocação com quatro pontos. Os quatro primeiros de cada grupo avançam para as quartas de final.


Paula Pequeno (à esquerda) pontuou apenas uma vez
(Foto: AFP)
- Elas sabem que a expectativa do Brasil sempre é grande em relação ao vôlei, tanto masculino como feminino. Tem toda uma responsabilidade, mas a maioria já está rodada. Isso faz parte. Você carrega o ônus de ser campeã olímpica. O problema é que agora a gente depende de resultados, não depende mais só da gente. É agora ou agora. A gente tem chance. Não adianta ficar chorando o que passou. Esse time pode jogar mais. É questão de soltar – analisou o técnico José Roberto Guimarães, que nunca tinha perdido para a Coreia do Sul como treinador.

O Brasil volta a jogar na sexta-feira, às 5h30m (de Brasília), contra a China.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Em grupo forte, seleção feminina de vôlei se preocupa com a estreia



A seleção feminina de vôlei enfrentará na primeira fase das Olimpíadas adversarias de peso, como a seleção dos EUA e da China. Porem, o técnico Zé Roberto disse que o Brasil deve se preocupar também com a Turquia, adversaria da estreia.

- Estamos em um grupo forte. A Turquia é o time que mais se desenvolveu nos últimos anos e por isso nós precisamos estar atenção no nosso primeiro jogo. Logo depois, jogamos contra os EUA, que também obtiveram bons resultados nos últimos anos – afirmou o técnico da seleção.

- Nosso grupo é forte e nós temos um bom teste de abertura contra a Turquia. – Disse a experiente Thaisa.

As meninas do vôlei estreiam nas Olimpíadas sábado, as 18h.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Seleção feminina de vôlei embarca focada para Londres


A delegação embarcou nesta noite de sábado para Londres em Guarulhos. Embora a empolgação fosse evidente, as meninas também destacaram a preocupação e o foco na competição, já que 7 das 13 jogadores que embarcaram nunca disputaram as Olimpíadas.

As meninas prometem dedicação em Londres
(Foto: clistenescarlos.com.br)
“Estamos prontas. A preparação foi feita e vamos chegar bem em Londres. O nosso grupo é forte e teremos um bom teste na estreia contra a seleção turca. As Olimpíadas são uma competição diferente. Conversamos com as mais novas para não se dispersarem e manterem o foco no nosso objetivo final”, disse Thaísa, medalhista em Pequim.

A ponteira Fernanda Garay, estreante, se mostrou bastante ansiosa. “A expectativa é muito boa. Essa é minha primeira edição das Olimpíadas e espero fazer uma boa competição. Claro que existe um frio na barriga, mas já teremos um adversário difícil na estreia e estamos bem preparadas”.

A equipe brasileira estreia no dia 28 de julho, contra a Turquia, pelo Grupo B. Na chave, estão ainda as seleções de Estados Unidos, Sérvia, Coréia do Sul e China. Na primeira fase, todos jogam contra todos do mesmo grupo e as quatro melhores colocadas avançam às quartas de final.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Zé Roberto confirma corte de Sassá


O técnico José Roberto Guimarães revelou nesta quarta-feira que a ponteira Sassá acabou sendo cortada da equipe depois de ter se machucado em um treino na última segunda-feira. O treinador revelou que a atleta torceu o pé e que está fora das Olimpíadas, embora a sua lesão não seja grave. "É uma pena porque ela estava na briga por uma das vagas", lamentou.

Sassá está fora dos jogos de Londres 2012
(Foto: vipcomm.com.br)




Camila Brait também está fora da lista. Zé Roberto, porém, disse que vai levar a líbero para Londres como uma opção para o caso de a ponteira Natália não apresentar boas condições para jogar. A atleta foi mantida no grupo de 12 inscritas nos Jogos Olímpicos, apesar de não disputar uma partida oficial pela seleção há quase um ano por ter passado por duas cirurgias na canela. Ela voltou a treinar com o time nacional há apenas duas semanas.

A lista divulgada pela FIVB, que deverá ser oficializada em breve pela CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), traz as seguintes jogadoras da seleção brasileira confirmadas nos Jogos de Londres: as levantadoras Fernandinha e Dani Lins, as opostos Sheilla e Tandara, as centrais Adenízia, Thaisa e Fabiana, as ponteiras Paula Pequeno, Fernanda Garay, Jaqueline e Natália e a líbero Fabi.
Apesar da divulgação da lista, Zé Roberto poderá fazer alterações no grupo de convocadas até a véspera das Olimpíadas, pois o prazo final de inscrições de atletas é o próximo dia 26.

Federação divulga as chaves do torneio olímpico de vôlei de praia


Alison e Emanuel ficaram com a prata em Praga
(Foto: olimpiadas.uol.com.br)
Cabeças de chave do grupo A, Alison e Emanuel vão enfrentar Heuscher/Bellaguarda (SUI), Nicolai/Lupo (ITA) e Doppler/Horst (AUT) nos três primeiros jogos. O primeiro duelo será contra Doppler/Horst dia 29/6, às 7h (horário de Brasília).

“Caímos em uma chave bastante equilibrada. Não enfrentamos Doppler e Horst e nem Heuscher e Bellaguarda nesta temporada, mas exigem respeito. Contra os italianos nós jogamos algumas vezes esse ano. Precisamos ter cuidado, são jogadores de qualidade e que jogam bem soltos”, analisou Alison, estreante em Olimpíada.

A dupla tenta a primeira vitória contra os noruegueses
(Foto: mpcrio.com)
 Ricardo e Pedro Cunha, no grupo F, jogam com Grotowski/Garcia-Thompson (GBR), Skarlund/Spinnangr (NOR) e Binstock/Reader (CAN). A primeira partida em Londres no dia 28/6, às 16h (de Brasília), contra Skarlund/Spinnangr.

No feminino, Juliana e Larissa, cabeças de chave do grupo A, enfrentam Holtwick/Semmler (ALE), Klapalova/Hajeckova (Rep. Tcheca) e Rigobert/Li Yuk (Ilhas Maurício). A estreia será dia 28/6, contra Rigobert/Li Yuk, às 13h30 (de Brasília).

As atletas comemoram medalha de ouro
(Foto: pan.uol.com.br)
Talita e Maria Elisa, cabeças de chave no grupo E, pegam Goller/Ludwig (ALE), Palmer/Bawden (AUS) e Meppelink/van Gestel (HOL). O primeiro jogo será contra a dupla Meppelink e Van Gestel, às 16h (de Brasília) do dia 29/6.

“O que vai realmente definir a nossa classificação é a maneira como entrarmos em cada partida. Nossa chave tem três times bons, especialmente a Alemanha, e teremos que ter a concentração elevada em todos os jogos”, disse Maria Elisa.

Brasileiras conquistam ouro em Marselha
(Foto: talitaemariaelisa.blogspot.com)
A fase classificatória acontecerá entre os dias 28 de julho e 6 de agosto. Depois das rodadas eliminatórias, a final feminina será no dia 11 de agosto e a decisão masculina, no dia seguinte.

Confira os grupos:

MASCULINO

GRUPO A
Alison/Emanuel (Brasil)
Bella/Heuscher (Suíça)
Lupo/Nicolai (Itália)
Doppler/Horst (Áustria)

GRUPO B
Rogers/Dalhausser (Estados Unidos)
Herrera/Gavira (Espanha)
Benes/Kubala (República Tcheca)
Asahi/Shiratori (Japão)

GRUPO C
Brink/Reckermann (Alemanha)
Wu/Xu (China)
Heyer/Chevallier (Suíça)
Semenov/Prokopiev (Rússi)

GRUPO D
Gibb/Rosenthal (Estados Unidos)
Fijalek/Prudel (Polônia)
Samoilovs/Sorokins (Letônia)
Chiva/Goldschmidt (África do Sul)

GRUPO E
Schuil/Nummerdor (Holanda)
Erdmann/Matysik (Alemanha)
Plavins/Smedins (Letônia)
Hernandez/Fañe (Venezuela)

GRUPO F
Grotowski/Garcia-Thompson (Grã-Bretanha)
Ricardo/Pedro Cunha (Brasil)
Skarlund/Spinnangr (Noruega)
Binstock/Reader (Canadá)




FEMININO

GRUPO A
Juliana/Larissa (Brasil)
Holtwick/Semmler (Alemanha)
Klapalova/Hajeckova (República Tcheca)
Rigobert/Li Yuk (Ilhas Maurício)

GRUPO B
Chen Xue/Zhang Xi (China)
Kuhn/Zumkehr (Suíça)
Arvaniti/Tsiartsiani (Grécia)
Vasina/Vozakova (Rússia)

GRUPO C
Walsh/May (Estados Unidos)
Slukova/Kolocova (República Tcheca)
Doris Schwaiger/Stephanie Schwaiger (Áustria)
Cook/Hinchley (Austrália)

GRUPO D
Kessy/Ross (Estados Unidos)
Keizer/Van Iersel (Holanda)
Liliana/Baquerizo (Espanha)
Zonta/Gallay (Argentina)

GRUPO E
Talita/Maria Elisa (Brasil)
Goller/Ludwig (Alemanha)
Palmer/Bawden (Austrália)
Meppelink/Van Gestel (Holanda)

GRUPO F
Mullin/Dampney (Grã-Bretanha)
Cicolari/Menegatti (Itália)
Ukolova/Khomyakova (Rússia)
Lessard/Martin (Canadá)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mari é cortada e não vai a Londres


Nesta terça-feira, José Roberto Guimarães anunciou o corte de Mari do grupo de vôlei feminino que se prepara para os Jogos de Londres por motivos técnicos.


Mari comemora ponto sobre Itália
(Foto: olimpiadas.uol.com.br)


Uma das principais atletas do ouro em Pequim, a ponteira não vinha atravessando boa fase e acabou recebendo crítica más atuações no Rio de Janeiro na última. Na apresentação à seleção brasileira, foi diagnosticada com tendinite no ombro direito, além de duas outras lesões na lombar e joelho esquerdo. Esses problemas a deixaram fora do Pré-Olímpico Sul-Americano, onde a seleção garantiu a vaga em Londres.

De volta a equipe no Grand Prix, passou a ser escalada como oposto, posição na qual não atuava desde o início da carreira. A intenção do técnico era de que a jogadora ficasse mais livre em quadra, sem a obrigação de defender.

“Na minha visão, ele não está mudando minha posição. Na minha maneira de entender, ele está abrindo meu leque. Se tem um grupo de 22 jogadoras e ele só pode levar 12, é bom que eu esteja apta a jogar em duas posições”, disse a atleta, que viu a mudança como algo positivo.

No desembarque do Grand Prix, Mari  disse estar satisfeita com seu desempenho na campanha, já Zé Roberto afirmou que a jogadora precisaria melhorar caso quisesse ir a Londres.

Comunicado oficial da Confederação Brasileira de Vôlei:

"A ponteira Mari foi dispensada, nesta TERÇA-FEIRA (10.07), da seleção brasileira feminina de vôlei que segue em preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. A comissão técnica dispensou a jogadora por questões técnicas. O Brasil, que lutará pelo bicampeonato olímpico, segue em preparação no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ)."

Atletas que estão treinando em Saquarema:

Levantadoras:
Fernandinha e Dani Lins

Opostos:
Sheilla e Tandara

Centrais:
Adenízia, Thaisa e Fabiana

Ponteiras:
Paula Pequeno, Fernanda Garay, Jaqueline, Natália e Sassá

Líberos:
Camila Brait e Fabi